O ano começou otimista nos mercados. Há a leitura de que a inflação global foi controlada sem custos econômicos relevantes e, localmente, os investidores trabalham com um menor risco fiscal. É possível, no entanto, que o segundo semestre traga notícias menos favoráveis. Desaceleração global e incertezas fiscais domésticas devem ser a marca do segundo semestre, trazendo volatilidade aos preços dos ativos financeiros.
Luiz Gonzaga Belluzzo, professor de economia, e Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV, falam sobre a taxa de juros mantida em 13,75% pelo Copom no mês de abril, e o que isso significa no momento atual.